3 de junho de 2013
CONSCIÊNCIA DA OFERTA
Antes de haver pecado não havia altar, pois o altar era o próprio Deus, Adão andava com Deus viviam em perfeita harmonia, com a entrada do pecado no homem, daí surgiu o primeiro sacrifício de um animal para que sua pele pudesse vestir a nudez do homem e da mulher:
“Fez o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu.” Gênesis 3.21
A oferta passou a ser a ponte de ligação do homem para com Deus, hoje a oferta representa o ofertante, o altar representa Deus, todos nós somos avaliados por Deus pela oferta que apresentamos, quando o OBREIRO,O EVANGELISTA E DISCÍPULO apresenta um comportamento digno de um cristão no trabalho, em casa, na igreja, na escola, junto aos vizinhos e amigos ele está ofertando a Deus, é como está escrito: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” Mateus 5.16
Quando apresentamos o sacrifício de resistir a prostituição, ao adultério, enfim, quando renunciamos nossa carne em obediência a palavra de Deus, estamos apresentando uma oferta comportamental para Ele. E o que acontece? Simplesmente ele separa nossa vida para viver em comunhão com ele, pois é o altar que santifica (separa) a oferta (ofertante).
“Cegos! Pois qual é maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta?” Mateus 23.19
Obreiros, Evangelistas, Discipulos observem isto: sua vida tem que ser limpa para que possamos viver em comunhão com Deus e tê-lo como nosso provedor de tudo que precisamos para vivermos uma vida de qualidade espiritual, física, financeira e em todos os sentidos.
Você tem sido uma oferta no altar de Deus? Ou você tem dado apenas uma oferta para Deus?
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Evagelização Pará.
Estudos dos 12
Para que o trabalho do homem de Deus seja profícuo, ele tem que juntar o seu pranto no altar pelas almas com os meios de comunicação disponíveis. Isso fará o seu trabalho se desenvolver mais rapidamente e, o que é mais importante, com qualidade. Se confiar apenas no seu trabalho de comunicação para que sua igreja se desenvolva, seu fracasso será inevitável, tendo em vista que o espírito de acomodação se apossará dele.
Considerando que o homem de Deus tem realmente a sua vida no altar, ou seja, corpo, alma e espírito, verifiquemos os seus sete mandamentos:
Primeiro: Ter para com o povo exatamente a mesma consideração que tem para com Deus, pois está escrito: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois, aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (I João 4:20).
Segundo: Chorar na luta pelo povo que Deus lhe tem enviado. Cada homem de Deus representa o Senhor Jesus, e cada pessoa que chega à igreja é enviada pelo Espírito Santo, a fim de que Seu servo lhe mostre o caminho da salvação. Uma vez salva, ela irá glorificar o Senhor Jesus. Foi por isso que Ele disse: “Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer…” (João 6.44)
O Senhor Deus disse: “Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o pórtico e o altar, e orem: Poupa o teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Porque hão de dizer entre os povos: Onde está o seu Deus?” (Joel 2.17)
Terceiro: Jamais fazer a obra de Deus relaxadamente. O profeta Jeremias disse: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente…” (Jeremias 48.10) Fazer a obra de Deus relaxadamente é como enfrentar o pior inimigo com uma arma qualquer.
Quarto: Ter fome e sede de ganhar almas. Enquanto isso não acontece, o homem de Deus se sente tal qual Sara, Raquel e Ana. Elas sentiam amargura de alma, vergonha e humilhação. Esses sentimentos estão sempre importunando o homem de Deus estéril. Por isso, ele não se envergonha de chorar diante de Deus, pedindo almas.
Quinto: Ter alegria e o gozo ao ver, diante dos seus olhos, as pessoas nascerem de novo. Não há satisfação maior para aquele que tem a vida no altar do que ver pessoas que outrora pertenciam ao reino das trevas, hoje terem a plenitude do Espírito Santo, com semblantes limpos, alegres e felizes, glorificando o Nome do Senhor Jesus Cristo.
Sexto: Não ter ciúme e nem inveja do desenvolvimento do seu colega de ministério. Ao contrário, regozijar-se com o seu crescimento, e orar para que ele dê ainda mais frutos. Como aquela mulher da parábola da dracma perdida, conforme ensinou o Senhor: “Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido” (Lucas 15.8-9).
Sétimo: Não se preocupar apenas em ganhar as pessoas para o Senhor Jesus, mas, sobretudo, fazê-las discípulas. Esta, aliás, é a característica mais acentuada do homem de Deus consagrado. Ele se preocupa em fazer discípulos mais do que qualquer outra coisa, pois sabe que o desenvolvimento do Reino de Deus neste mundo depende de homens que tenham o mesmo caráter do Senhor Jesus.
Bispo Macedo.
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